Quero uma vida azul-piscina!

Quero uma vida azul-piscina!

Gosto de pensar assim: se a gente faz o que manda o coração, lá na frente, tudo se explica.

Gosto de pensar assim: se a gente faz o que manda o coração, lá na frente, tudo se explica.

Por ele eu vou até o Acre e me finjo de índia.

Por ele eu vou até o Acre e me finjo de índia.

Meu mundo

Meu mundo
Mundo

sábado, 28 de dezembro de 2013

"Viver é um rasgar-se e remendar-se."... Guimarães Rosa

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Olhe para traz, se despeça das dores passadas, dos momentos não vividos, dos sonhos frustrados. Sorria e siga em frente. A vida continua e tem sonho novo te esperando, logo ali.
..Sei que não dá para mudar o começo. Mas se a gente quiser, vai dar pra mudar o final!
Somos todos viajantes pelas agruras do mundo, e o melhor que podemos achar em nossas viagens é um amigo.

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Livrai-me de tudo que me trava o riso.
Penso em ficar só, mas minha natureza pede diálogo e afeto.
Cartas de amor são escritas não para dar notícias, não para contar nada, mas para que mãos separadas se toquem ao tocarem a mesma folha de papel.

quarta-feira, 27 de março de 2013

Não desista de você!


Por favor, não desista de você.
Não jogue fora tudo o que você já conquistou até aqui.
Não desmereça tanta luta.
Eu sei das lágrimas já derramadas, dos choros contidos, das vezes em que respirou fundo.
Eu sei o quanto você já se superou.
Olhe pra trás, veja o tanto que você já avançou.
Não espere o reconhecimento de ninguém: tem coisa que só você sabe.
Por isso, por favor, não desista de você.
Não pare. De forma alguma. Mesmo que tenha de suar sangue, mesmo que tenha de seguir rastejando. Não pare agora.
Não deixe sua obra inacabada. Não abandone o jogo antes do fim.
Vá em frente. Coragem.
Por favor, não desista de você.


A escuridão da noite, enfim, sufocou a luz do sol, que lá se foi refugiar-se para além dos galhos secos de árvores quaisquer fincadas em itálico à beira do caminho.
O silêncio reapareceu. O olhar distante, fixo no nada, também. Assim como o vento, embora menos gelado.
Ficou o vaivém dele, o sol, e seus mistérios e desígnios.
Também restou eu, com mistérios e desígnios semelhantes.
Amanhã, daqui a pouco, ele, o sol, volta. Eu também.
E seguem-se os dias, sempre renovados.